terça-feira, 15 de maio de 2012

Tuike Souza, brasilero, nacido en São José do Rio Preto (Brasil) donde actualmente vive, desenvolvió sus estudios en Ferrara (Italia) y posteriormente en Barcelona; ahora vuelve a España para realizar una nueva exposición individual que tiene por título “Como un papel estrujado”. La exposición “Como un papel estrujado” será realizada en el ECAD (Espacio Cultural Adolfo Domínguez) en Zaragoza. El ...ECAD es un espacio expositivo integrado en la tienda Adolfo Domínguez; allí encontramos ruinas de la muralla romana de Caesaraugusta del s. III, elementos que el artista integra en la concepción de las obras que serán expuestas. La inauguración será el día 30 de mayo y la exposición se prolongará hasta el 23 de junio. Para esta exposición el artista preparó once telas, seis collage y diez dibujos. Las obras son resultado de su estudio con la representación de la figura humana a través de líneas y también del estudio cromático que está marcado, en esta exposición, por el color dominante de las ruinas romanas. Las figuras femeninas representadas en esta exposición representan posiciones y gestos que no forman parte de la cotidianeidad de la gente; es la expresión del cuerpo humano como carne, sentimiento y abstracción.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011



“Processos de Criação”
Exposição no Sesc traz obras de 13 artistas plásticos

Treze artistas locais participam da mostra “Processos de Criação”, inaugurada ontem, na área de convivência do Sesc Rio Preto. Mais do que exibir uma amostragem da produção recente, o evento celebra a consciência crítica da criação plástica na cidade. Tal projeto nasceu em 18 de dezembro do ano passado, com o primeiro encontro do programa “Ideias”.

Sob orientação do semiólogo Aguinaldo José Gonçalves, mais de 50 pessoas, entre fazedores, pesquisadores e admiradores de artes plásticas, iniciaram um ciclo de discussões sobre aspectos estéticos e sociais. De lá para cá, o número de interessados raleou e o “grupo de resistência” compareceu a reuniões mensais, nas quais se desenvolveram quatro propostas de exercícios laboratoriais.

A primeira missão foi repensar os materiais utilizados por cada um, para destacar a singularidade dos trabalhos e desautomatizar o próprio processo. A segunda baseou-se na busca de uma consciência poética e semiótica. O objetivo era que as pessoas entendessem a obra de arte como fragmento do real e não como uma cópia.

“Pintura decorativa, independentemente do estilo, não é arte. A arte tem de gerar linguagem”, diz Gonçalves. A terceira etapa talvez tenha sido a mais produtiva, visto que foi a verdadeira “mãe” da atual exposição. Gonçalves se encarregou de escolher títulos de poemas, nem sempre conhecidos, para releituras dos colegas.

“Uma imagem não é igual a uma palavra. A imagem é sincrética, sintética, cromática. A palavra, não.” Os critérios foram, até certo ponto, intuitivos. Mas respeitaram as características de ambos os autores. Geraldo Matos, por exemplo, é um pintor conceitual. Os versos de Fernando Pessoa não lhe cairiam bem, ao contrário dos de João Cabral de Melo Neto.

Da mesma forma, não teria sentido apresentar um texto conceitual ao naïf Orlando Fuzinelli. Recebeu, então, uma obra de Carlos Drummond de Andrade. “Queria poemas que não inibissem o processo criativo, mas que estimulassem os veios da criatividade. É interessante perceber como eles responderam bem aos desafios.”

Sebastião Rodrigues é um dos que trouxeram resultados positivos. O poema sem título destrinchado por ele era assinado pelo próprio Gonçalves. “As gotas de ruína, que foram citadas, vêm ao encontro com meus 40 anos de carreira. Por isso, não tive dificuldades. Minha obra lembra um outdoor velho, desgastado pelo constante cola, descola e rasga.”

A quarta tarefa do grupo era a mais perigosa, no sentido de possibilitar uma recaída referencial. Por isso, foi a última. Os aristas deveriam abstrair e eleger um aspecto estético que representasse a cidade, sem reproduzir óbvios cartões postais, como a torre da Basílica Menor de Nossa Senhora Aparecida ou os flashes noturnos da Represa Municipal.

Gonçalves acredita que o evento cumpriu sua função, por não ser monumental. “O universo artístico costuma ser solitário, tendo como tendências a excentricidade e a competitividade. Geramos exatamente o oposto.” Norma Vilar, que está na lista dos participantes assíduos, concorda. “É uma oportunidade de sairmos do nosso próprio mundo e nos relacionarmos com os colegas.”

Segundo o gerente do Sesc, Sebastião Martins, a mostra não deve ser vista como o final de um trabalho, mas como uma nova etapa do processo educativo desenvolvido pela unidade. “Identificamos uma demanda interessante por esse tipo de atividade. No ano que vem, pretendemos envolver outros profissionais e expandir as temáticas, mas ainda não temos um modelo fechado.” “Processos de Criação” pode ser conferida gratuitamente até o dia 8 de janeiro. Estima-se que cerca de 8 mil pessoas passem pelo local.

Serviço

Processos de Criação. Até o dia 8 de janeiro, no Sesc Rio Preto. Grátis. De terça a sexta, das 13 às 22 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 9 às 19 horas. Mais informações pelo telefone (17) 3216-9300

Fonte:
http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Divirtase/Eventos+Shows/84725,,Exposicao+no+Sesc+traz+obras+de+13+artistas+plasticos.aspx

terça-feira, 23 de agosto de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

segunda-feira, 19 de julho de 2010

BIENNAL MAM TARRAGONA

37 premi Tapiró de pintura





37 premi Tapiró de pintura - BIENNAL MAM TARRAGONA

quinta-feira, 15 de julho de 2010


Este próximo viernes 16 a las ocho de la tarde se inaugura la exposición de la Biennal d'Art 2010 al Museu d'Art Modern de la Diputació de Tarragona, donde he tenido el placer de ser seleccionado.
Os invitamos a asistir.